sexta-feira, 4 de abril de 2014

Alone.

Se não quero amor? Não é do amor que se trata... 
Não quero é a desilusão, não quero a alma corroída, não quero sono afugentado, não quero o corpo débil nem a cabeça a estourar.  
Mas tu nem chegas mais ao amor, tu (...), 
tu és sempre saudades. 
Essas tais com quem eu nunca soube lidar.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Merda...

Se dói? Claro que dói!
Mas ninguém precisa saber, então eu sorrio pró mundo...

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Controvérsia.



Em apenas meia dúzia de meses, as rugas dentro de mim salientaram-se vincadamente. As palavras agora têm outro ênfase, têm outra profundidade, têm outro som, têm outro sentido... Como «casa», esta palavra nunca foi tão próxima da saudade, nunca foi significado de porto de abrigo nem tão pouco se espelhou em pessoas, não como agora. Não podemos mais olhar a fachadas, não podemos mais apenas seguir, não podemos mais confiar que neste mundo só existem pessoas boas, não quando não estamos em casa com o vulto de protecção. Chegadas, enganos, ilusões, caminhos, atritos, partidas, avesso... faz tudo parte da vida e agora mais do que nunca me terei de habituar a isso, como uma rotina desprovida. E que venha ela!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Nuvens de algodão.

É assim que me sinto, completamente mimada... É como que estivesse em nuvens de algodão, algodão  doce! Eu rio e choro ao mesmo tempo, é uma mistura de sentimentos. ELE (...)

smile