segunda-feira, 21 de Abril de 2014

...

Como é suposto parar de chorar? Como é suposto esquecer mais de cinco anos? 
Como é suposto ultrapassar o inesperado? 
Como é suposto conseguir dormir depois de ser deixada sozinha?
 Como é suposto levantar da lama? Como é suposto aceitar ser esquecida? 
Como é suposto compreender como perdem o interesse em nós?
 Como é suposto ultrapassar a dor? 

Como é suposto encarar promessas perdidas?

Abismo.

No final, descobri, que... que de todas as
 vezes que proferia que amar não chegaria,
 eu... eu descobri 
que... que tinha razão.

E desta, eu não queria mesmo ter...

segunda-feira, 7 de Abril de 2014

5.




Ele não pára! 
Ele anda sempre à volta! Ele envelhece-nos!
E sem que nos apercebamos, aquela haste marca cada momento 
da nossa conjugue vida; marca cada hora, marca cada um 
dos seis milhões cinco mil e setenta e três e seiscentos minutos arrecadados até ao dia de hoje! 
Oh esse... esse tão especial.

E que daqui a mais dois sétimos deste tempo, 
o sentimento seja o mesmo (...)

sexta-feira, 4 de Abril de 2014

Alone.

 
 
 
Se não quero amor? Não é do amor que se trata... 
Não quero é a desilusão, não quero a alma corroída, não quero sono afugentado, não quero o corpo débil nem a cabeça a estourar.  
Mas tu nem chegas mais ao amor, tu (...), 
tu és sempre saudades. 
Essas tais com quem eu nunca soube lidar.

quinta-feira, 20 de Março de 2014

Merda...

Se dói? Claro que dói!
Mas ninguém precisa saber, então eu sorrio pró mundo...